Quem sou

Juliana Nakabayashi (Ensaio Feminino-72.

Juliana Nakabayashi

CRN 0904

 

Nutricionista, mãe de 2 rapazes, curiosa de nascença e buscadora incansável do equilíbrio físico, mental, emocional e espiritual.

 

Por que nutrição?

 

Fui uma criança curiosa, questionadora e de difícil paladar (entenda chata para comer). No almoço me satisfazia apenas com o trivial kids: arroz, batata frita e bife.

 

Fruta só banana e maçã e mesmo assim tentava escapar delas. Verduras nem pensar!! O inverso acontecia com o sorvete, bolo de chocolate, brigadeiro e refrigerante. A minha boca sempre preferiu o sabor doce.

 

Bom... comecei a engordar no início da adolescência e mamis tentava de todos os jeitos me ajudar. Ela dizia que eu tinha "boca nervosa". Nessa mesma época descobri a paixão pela culinária. A transformação de vários ingredientes em receitas deliciosas me fascinaram. Passei a ir para cozinha e preparar muitas sobremesas.

Nessa época passei a comer doces diariamente (minha mãe é doceira profissional). O aumento de peso veio e a mentalidade de dieta também. 

 

Aos 17 anos chegou o momento de definir qual carreira seguir e ao pesquisar sobre cursos na área da saúde descobri a Nutrição. Primeiro porque eu gostava de cozinhar e segundo porque queria saber mais a fundo como os alimentos atuavam em meu corpo.

 

Completei 25 anos de formada e há 18 atuo exclusivamente em consultório, com foco na (re)educação alimentar consciente que é ajudar as pessoas a criarem hábitos alimentares que se sustentam, sair da mentalidade de dieta e resgatar a autoconfiança para comer de tudo sem medo de engordar.

 

Meu objetivo como nutricionista foi, é e sempre será equilibrar corpo, mente e espírito através da consciência alimentar.

Hoje aprendi a comer de tudo.   

Descobri nas frutas, hortaliças, legumes e sementes o sabor da saúde, do bom humor e da vitalidade. E minha experiência alimentar pessoal agregou muito no meu trabalho, pois entendo perfeitamente quando alguém diz que não gosta de brócolis. 

 

Novos hábitos podem ser adquiridos e nunca é tarde para mudar. Para isso a alimentação deve ser, acima de tudo, fonte de prazer e não de tortura, restrição e sofrimento. 

 

Ainda amo brigadeiro e bolo de chocolate, e como quando sinto vontade. Dentro da nutrição comportamental e humanizada, que é a abordagem que atuo, aprendemos a ouvir e respeitar os sinais de fome e saciedade.